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Denúncias de assédio sexual em escolas cívico-militares no Paraná

Amanda Rocha
Tempo: 1 min.

Alunas e mães no Paraná apresentaram graves acusações contra um monitor militar, que teria cometido atos de assédio sexual em meninas entre 11 e 13 anos em escolas cívico-militares. As denúncias surgiram quase dois anos atrás, mas o caso permanece sob sigilo judicial e não foi amplamente discutido na mídia.

As alegações incluem toques inapropriados, levando as envolvidas a se sentirem desrespeitadas e comparadas a prostitutas. Embora o monitor tenha sido afastado do programa, as vítimas e suas famílias expressam frustração pela falta de transparência e pela demora nas providências necessárias.

O silêncio em torno do caso levanta preocupações sobre a segurança e o bem-estar das alunas nessas instituições. A situação pode gerar uma série de desdobramentos, incluindo a necessidade de revisão das práticas de supervisão dentro das escolas cívico-militares e um maior rigor nas investigações sobre denúncias de assédio.

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