A Copasa, companhia de saneamento de Minas Gerais, iniciou o processo de elaboração de um modelo de privatização com a intenção de aumentar seu preço no mercado. O anúncio, feito em 2 de fevereiro de 2026, busca evitar os desafios enfrentados por outras empresas do setor de saneamento, notadamente a Sabesp, que se viu em meio a controvérsias e insatisfações públicas. A proposta é uma resposta às demandas por eficiência e transparência na gestão dos serviços de água e esgoto.
A empresa está focando na criação de uma estrutura de oferta que não apenas maximize seu valor, mas também considere as lições aprendidas com experiências negativas de privatização em outros estados. O projeto pode incluir medidas para garantir a continuidade dos serviços e a satisfação dos usuários, além de assegurar a viabilidade financeira da companhia. Essa abordagem é vista como uma forma de atrair investidores e fortalecer a confiança na gestão pública dos recursos hídricos.
As implicações dessa proposta de privatização vão além do âmbito financeiro, podendo influenciar a política de saneamento em Minas Gerais e em todo o Brasil. Com a crescente pressão por modernização e eficiência no setor, a Copasa poderá se tornar um exemplo a ser seguido ou criticado, dependendo dos resultados que alcançar. O desdobramento deste plano será observado atentamente por especialistas e pela população, que aguardam por um serviço de qualidade e transparente.

