Membros do Congresso dos Estados Unidos acusaram o Departamento de Justiça (DOJ) de redigir indevidamente arquivos relacionados ao caso do falecido predador sexual Jeffrey Epstein, divulgados em 30 de janeiro, para encobrir nomes de pessoas influentes. Os legisladores foram autorizados a revisar as versões não editadas dos mais de três milhões de documentos que foram divulgados sob a Lei de Transparência de Arquivos Epstein (EFTA) desde dezembro.
O deputado democrata Ro Khanna e o senador republicano Thomas Massie, que impulsionaram a lei para a liberação dos arquivos no ano passado, afirmaram que seis nomes considerados “provavelmente incriminatórios” foram redigidos inadequadamente. Khanna criticou a ação como uma violação da legislação aprovada quase por unanimidade no Congresso e sancionada pelo ex-presidente Trump, que determina que as informações não devem ser redigidas antes de serem enviadas ao DOJ.
Massie também destacou que o nome de um

