A ministra Cármen Lúcia foi escolhida para relatar a proposta de um código de conduta no Supremo Tribunal Federal (STF). A tarefa foi confiada a ela pelo ministro Edson Fachin, presidente da Corte, e inclui a elaboração de uma versão inicial do texto a ser debatido entre os magistrados. A designação ocorreu na abertura dos trabalhos do tribunal na segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026.
Durante a sessão, Fachin agradeceu publicamente à ministra pela aceitação do desafio e reafirmou o compromisso do tribunal em construir um código que reflita a ética e a transparência. Ele enfatizou a importância de um esforço conjunto para chegar a um consenso sobre a proposta. A iniciativa surge em um momento em que a integridade das instituições judiciais é um tema central na agenda pública.
O desenvolvimento de um código de conduta pode ter implicações significativas para a imagem do STF e para a confiança da sociedade nas decisões da Corte. Com a liderança de Cármen Lúcia, espera-se que a proposta traga diretrizes claras e práticas para os membros do tribunal. O resultado desse debate poderá influenciar não apenas a dinâmica interna do STF, mas também o relacionamento da instituição com a sociedade.

