O Bitcoin, a maior criptomoeda do mundo, sofreu uma queda acentuada nesta semana, caindo para US$ 60.033,01 na sexta-feira, 6 de fevereiro de 2026. A desvalorização ocorreu após um período de alta impulsionado pela vitória eleitoral de Donald Trump em novembro de 2024, evidenciando a volatilidade do mercado de criptomoedas. Apesar de uma leve recuperação, o ativo permanece cerca de 50% abaixo de seu pico em outubro, que ultrapassou os US$ 120 mil.
A queda do Bitcoin reflete um cenário mais amplo de incertezas no mercado, exacerbado pela desvalorização de metais preciosos, como ouro e prata, que levaram investidores a liquidar ativos de risco. O entusiasmo inicial com a presidência de Trump, que foi considerado um defensor das criptomoedas, diminuiu após o anúncio de tarifas alfandegárias que impactaram negativamente o mercado. Além disso, a incerteza regulatória, especialmente em relação ao Clarity Act, que busca regular o setor, mantém os investidores em alerta.
As implicações dessa queda são significativas, não apenas para o Bitcoin, mas também para empresas que gerenciam ativos digitais. A possibilidade de uma venda em massa de reservas de Bitcoin para cobrir perdas pode aumentar ainda mais a pressão sobre os preços. Com o mercado de criptomoedas em um estado de instabilidade, os investidores continuam a monitorar de perto as condições regulatórias e o comportamento do mercado, o que poderá determinar a trajetória futura do Bitcoin e outros ativos digitais.

