Nesta quinta-feira, 5 de fevereiro de 2026, o Bitcoin caiu para menos de US$ 65.000, atingindo o menor nível desde outubro de 2024, segundo dados da Coinbase. O movimento reflete a crescente aversão ao risco entre os investidores, que também se manifesta na queda das bolsas de Nova York. No mesmo dia, o Ethereum recuou 10,9%, evidenciando o impacto negativo sobre o mercado de criptomoedas, que já registrou perdas significativas nos últimos dias.
O ambiente de incerteza é intensificado por fatores como a liquidez reduzida e preocupações com o setor de tecnologia. Especialistas sugerem que a queda do Bitcoin pode ser um sinal de um declínio mais acentuado, com a corretora Stifel prevendo que a criptomoeda pode chegar a US$ 38.000, o que representaria uma diminuição de 70% em relação ao seu recorde histórico. A queda do mercado de criptomoedas também está ligada a uma liquidação contínua de ações em Wall Street, afetando a confiança dos investidores.
A situação é complexa, com traders analisando declarações recentes sobre a regulação da inteligência artificial e a tributação de ganhos com criptomoedas. Além disso, o projeto de lei sobre moedas digitais, conhecido como Lei Clarity, está atualmente estagnado no Senado dos EUA, aumentando a incerteza sobre o futuro do setor. O mercado de criptomoedas já perdeu US$ 2 trilhões desde seu pico em outubro, refletindo as dificuldades enfrentadas por esse ambiente volátil e incerto.


