Em 5 de fevereiro de 2026, o Banco da Inglaterra decidiu manter as taxas de juros em 3,75%, em meio a preocupações com a inflação persistente, que subiu para 3,4%. Essa decisão, que já era esperada, ocorre após o banco ter cortado as taxas seis vezes desde meados de 2024, sendo a última redução de um quarto de ponto percentual registrada em dezembro. A inflação atual é significativamente superior à meta de 2% estabelecida pela instituição.
A Comissão de Política Monetária, composta por nove membros, analisou os dados antes de tomar a decisão de não alterar os custos de empréstimos. A elevação da inflação marca um ponto de inflexão após cinco meses consecutivos de queda, o que gera preocupações sobre a estabilidade econômica. A manutenção das taxas sugere que o banco está adotando uma abordagem cautelosa diante da incerteza econômica e das pressões inflacionárias.
As implicações dessa decisão podem afetar o consumo e o investimento no Reino Unido, uma vez que a manutenção das taxas pode influenciar a confiança dos consumidores e das empresas. Especialistas sugerem que a situação requer monitoramento contínuo, com possíveis reavaliações nas próximas reuniões da comissão. O Banco da Inglaterra enfrenta o desafio de equilibrar a necessidade de controle da inflação com o suporte ao crescimento econômico.


