Bad Bunny fez história no Super Bowl LX ao se tornar o primeiro rapper latino a liderar o show do intervalo, realizado na região da Baía de São Francisco, nos Estados Unidos. No entanto, o cantor não receberá pagamento tradicional pela performance, o que gerou surpresa entre muitos fãs e críticos.
Essa situação segue uma política antiga da NFL, que não paga cachê aos artistas que se apresentam durante o intervalo. Em vez disso, a liga cobre todos os custos relacionados à produção, estrutura e logística do espetáculo. A visibilidade global gerada pelo Super Bowl é vista como a principal compensação para os artistas, que costumam observar um aumento significativo em streams e vendas após suas performances.
Apesar das críticas de parte do público conservador, especialmente por Bad Bunny cantar em espanhol, a NFL manteve sua decisão de escalar o artista. O comissário Roger Goodell defendeu o rapper, ressaltando sua importância na música global e a capacidade do Super Bowl de conectar pessoas através da criatividade e do talento.


