Joanna Howe, ativista conhecida por suas posições contra o aborto, publicou uma imagem de um feto de 16 semanas, afirmando que a foto foi enviada a ela por um ‘denunciante’ e capturada na sala de luto do hospital de Townsville. A divulgação da imagem provocou forte repercussão nas redes sociais, onde Howe declarou que o feto, que ela nomeou de ‘Samuel’, teria ‘nascido vivo’ após um procedimento de aborto.
Diante da controvérsia, o hospital de Townsville iniciou uma investigação sobre uma possível violação de privacidade, uma vez que a imagem retrata conteúdo sensível e angustiante. A Butterfly Room, onde a foto foi supostamente tirada, é um espaço destinado a proporcionar conforto a pais enlutados, aumentando as preocupações sobre a utilização indevida desse ambiente.
Esse episódio levanta questões sérias sobre a ética no debate sobre o aborto e a proteção da privacidade dos pacientes. A situação pode resultar em desdobramentos legais e influenciar a discussão pública sobre os direitos reprodutivos na Austrália, refletindo a crescente polarização em torno do tema.


