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Argentina pede extradição de Maduro aos EUA por crimes contra a humanidade

Rodrigo Fonseca
Tempo: 1 min.

A Justiça argentina requereu, nesta quarta-feira, 4 de fevereiro de 2026, a extradição de Nicolás Maduro, deposto presidente da Venezuela, aos Estados Unidos. O pedido foi fundamentado em acusações de crimes contra a Humanidade, conforme decisão judicial obtida pela AFP. Maduro encontra-se atualmente detido em Nova York após uma operação militar americana em janeiro deste ano.

O juiz federal Sebastián Ramos, responsável pelo pedido, invocou o princípio da ‘jurisdição universal’, que permite a investigação de crimes contra a Humanidade por qualquer nação. Este princípio é respaldado por um tratado de extradição assinado entre Argentina e EUA em 1997. A Justiça argentina já havia solicitado a captura internacional de Maduro em 2024, citando um plano sistemático de repressão e violência desde 2014.

A próxima audiência de Maduro está agendada para 17 de março, onde ele enfrentará uma série de acusações, incluindo narcoterrorismo. O indiciamento revela sua suposta supervisão de uma extensa rede de tráfico de cocaína e conexões com grupos criminosos internacionais. As implicações deste caso são significativas, podendo afetar as relações diplomáticas entre os países envolvidos e a percepção internacional sobre a Venezuela.

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