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Análise da série ‘Betrayal’: um thriller de espionagem sem emoção

Thiago Martins
Tempo: 2 min.

A série ‘Betrayal’ combina elementos de espionagem com drama de relacionamento, mas apresenta uma narrativa que muitas vezes parece desconectada de sua proposta inicial. No início, conhecemos John Hughes, um espião que atua há 20 anos, mas cuja vida glamourosa parece sempre fora de alcance. Em uma cena impactante, ele é encontrado ferido em um posto de serviço, cercado por dois cadáveres: um informante e um assassino, revelando a gravidade da situação em que se encontra.

Após esse evento, John é convocado ao MI5 para explicar sua conduta, já que a operação em que estava envolvido não seguiu os protocolos exigidos. Como parte de sua punição, ele é designado a trabalhar com uma nova parceira, Mehreen, que foi transferida do MI6. Essa mudança não é bem vista por John, que se vê forçado a deixar o caso nas mãos dela, enquanto seus superiores desejam que ele se afaste da investigação.

Apesar das dificuldades, John decide continuar sua busca pela verdade, desafiando as ordens recebidas. A série, ao mesclar ação com drama pessoal, levanta questões interessantes sobre as complexidades da vida de um espião, mas a falta de dinamismo em algumas partes pode impactar a experiência do espectador, tornando-a menos envolvente do que o esperado.

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