O ex-ministro da Defesa e ex-presidente da Câmara, Aldo Rebelo, declarou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva se tornou refém de interesses internacionais que estão atrasando o desenvolvimento econômico do Brasil. Em uma entrevista, Rebelo destacou que a busca de Lula por apoio internacional durante a eleição de 2022 resultou em compromissos que dificultam a exploração de importantes recursos naturais do país, como petróleo e terras raras.
Rebelo argumentou que a dependência de ONGs e interesses externos, especialmente de países como Dinamarca, Noruega e Suécia, impede que o Brasil avance em sua agenda de desenvolvimento. Ele citou a recente autorização do Ibama para a Petrobras realizar estudos exploratórios na Margem Equatorial como um exemplo de como a burocracia e a oposição ambiental têm bloqueado o progresso. O ex-ministro acredita que o Brasil poderia se beneficiar economicamente ao mudar as regras de licenciamento ambiental e retomar a exploração de seus recursos naturais.
Na visão de Rebelo, a atual situação é um bloqueio institucional que deve ser enfrentado para garantir o crescimento econômico do Brasil. Ele enfatizou que, sem a remoção de tais obstáculos, o país permanecerá estagnado, perdendo oportunidades de investimento e desenvolvimento. A discussão sobre a relação entre o governo e esses interesses externos será central nas eleições de 2026, com foco na necessidade de um novo rumo para a política econômica brasileira.

