Os agentes federais Jesus Ochoa e Raymundo Gutierrez foram identificados como os responsáveis pelo tiroteio que resultou na morte de Alex Pretti em Minneapolis, conforme relatado por documentos do governo. O incidente ocorreu no último fim de semana, quando os oficiais da Patrulha de Fronteira e da Alfândega dispararam suas armas durante uma confrontação, levando à morte de Pretti. A identificação dos agentes gerou protestos em massa e renovou as demandas por investigações sobre o uso da força pela imigração federal.
A morte de Pretti provocou uma onda de manifestações, onde os cidadãos expressaram sua indignação e exigiram maior responsabilização das autoridades. Além disso, o evento reacendeu discussões sobre a aplicação das leis de imigração nos Estados Unidos, destacando a necessidade de uma revisão das práticas de operações por parte das agências federais. As alegações de informações falsas promovidas pela administração anterior sobre o tiroteio também foram amplamente discutidas durante os protestos.
As implicações desse incidente vão além da esfera local, refletindo uma crescente insatisfação pública com as políticas de imigração e segurança. As exigências por investigações criminais podem levar a mudanças nas diretrizes de uso da força por parte de agentes federais. Assim, o caso de Alex Pretti se torna um ponto focal nas discussões sobre direitos civis e a responsabilidade das agências de segurança nos Estados Unidos.

