Agentes do ICE em Minneapolis devem usar câmeras corporais após mortes

Rafael Barbosa
Tempo: 1 min.

Na segunda-feira, 2 de fevereiro, a secretária do Departamento de Segurança Interna (DHS), Kristi Noem, anunciou que todos os agentes federais em Minneapolis, no estado do Minnesota, serão obrigados a utilizar câmeras corporais. A medida surge em reação ao assassinato de dois cidadãos americanos por funcionários do Serviço de Imigração e Alfândega (ICE), eventos que provocaram protestos significativos na cidade.

A decisão, que ocorre em um contexto de crescente pressão pública por responsabilização após as mortes da poetisa Renee Good e do enfermeiro Alex Pretti, já conta com o apoio do presidente Donald Trump. Noem mencionou que a implementação da medida pode ser rapidamente ampliada para outros locais nos Estados Unidos, dependendo da disponibilidade de financiamento, que atualmente está em discussão devido a um impasse político.

A utilização de câmeras corporais é vista como um passo positivo para a transparência nas operações policiais, conforme destacou Trump, que acredita que a tecnologia pode ajudar a evitar desinformações. Entretanto, ainda não há confirmação se os agentes envolvidos nas mortes recentes estavam utilizando câmeras no momento das ocorrências, o que levanta questões sobre a eficácia da nova política.

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