A administração Trump está empenhada em remover imigrantes ilegais do país, mas as práticas de emprego da Uline revelam uma realidade diferente. Durante um discurso sobre a economia dos EUA, realizado no final do ano passado em uma instalação da Uline em Allentown, Pensilvânia, o senador JD Vance destacou os objetivos centrais da administração, que incluem a remoção de “imigrantes ilegais” e a recompensa a empresas que mantêm empregos nos Estados Unidos, além de garantir bons salários para os americanos.
Vance afirmou: “Vamos recompensar empresas que construírem aqui na América e pagarem bons salários para isso.” No entanto, a realidade do mercado de trabalho americano é complexa e muitas empresas, como a Uline, dependem da mão de obra mexicana, o que levanta questionamentos sobre a eficácia das políticas anunciadas.
Esse contraste entre a retórica política e as práticas reais das empresas sugere que a questão do emprego nos Estados Unidos é mais intrincada do que as propostas de simplesmente remover trabalhadores imigrantes. Assim, a discussão sobre as políticas de imigração e as responsabilidades das empresas frente à mão de obra estrangeira se torna cada vez mais pertinente.

