A bolsa Alma em estampa de leopardo, criada por Azzedine Alaïa em 1996, volta à cena como um dos itens vintage mais desejados da Louis Vuitton. A peça, que fez parte de uma edição especial para celebrar o centenário do monograma da marca, foi recentemente arrematada por £983 em uma live shopping da Vogue América, evidenciando seu status de relíquia entre colecionadores.
Desde seu lançamento, a Alma se tornou um símbolo de elegância e sofisticação, destacando-se entre outros ícones da marca. O estilista Alaïa imprimiu à bolsa um toque de sensualidade ao revesti-la com pele de pônei, criando um design que se tornou um verdadeiro objeto de desejo. Com a crescente demanda por versões vintage, a Alma representa uma interseção entre a moda contemporânea e a nostalgia.
Em 2026, a Louis Vuitton celebra 130 anos de seu monograma, e a bolsa Alma é central na narrativa da marca. A campanha global, estrelada por Zendaya, destaca a conexão entre herança e cultura pop, reposicionando o monograma como uma linguagem viva. A história da Alma, que une duas casas icônicas, reflete a busca atual por peças que contam histórias e simbolizam um luxo atemporal.


