Atualmente, a sociedade se depara com uma polícis, caracterizada por uma sensação generalizada de instabilidade e falta de sustentabilidade. Muitas pessoas, incluindo amigos da autora, têm dificuldade em planejar o futuro, preocupando-se apenas com o dia a dia. Essa situação gera um sentimento de aprisionamento que ressoa entre diversos indivíduos, tornando difícil vislumbrar um amanhã melhor.
Esse fenômeno não é apenas uma questão individual, mas uma crise coletiva que afeta a saúde mental e emocional de muitas pessoas. A chegada de um novo ano, que tradicionalmente simboliza renovação e esperança, parece não ter o mesmo efeito positivo este ano. A luta para imaginar um futuro promissor revela a profundidade da crise em que nos encontramos, levando a um ciclo de incertezas.
As implicações dessa polícis são vastas, afetando não apenas o bem-estar individual, mas também a coesão social. A incapacidade de projetar um futuro estável pode resultar em apatia e desengajamento, comprometendo o progresso coletivo. Portanto, é crucial abordar essas questões de frente, buscando formas de resgatar a esperança e a visão de um futuro melhor.

