Venezuelanos reagem a ataque dos EUA e captura de Maduro em diversas cidades

Amanda Rocha
Tempo: 2 min.

Na madrugada do dia 3 de janeiro, os Estados Unidos realizaram um ataque que culminou na captura do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro. O evento gerou uma onda de manifestações entre venezuelanos no exterior, que se mobilizaram em várias cidades do mundo, incluindo Bogotá, Lima, Quito e Madrid, expressando suas opiniões sobre a intervenção militar.

O governo americano anunciou que pretende assumir o controle da Venezuela até que uma transição política segura seja estabelecida, destacando a intenção de controlar o setor de petróleo do país. Enquanto isso, o Supremo Tribunal de Justiça da Venezuela indicou que a vice-presidente Delcy Rodríguez deverá assumir a presidência interina na ausência de Maduro. Este cenário gerou uma divisão entre os venezuelanos, com alguns celebrando a ação dos Estados Unidos e outros protestando contra o intervencionismo.

As implicações desse ataque são profundas, não apenas para a política interna da Venezuela, mas também para a dinâmica de poder na América Latina. Com cerca de 20% da população venezuelana vivendo fora do país, muitos expressam esperança por um futuro melhor, enquanto críticos alertam sobre os riscos de uma intervenção militar. A situação permanece volátil e a comunidade internacional aguarda desdobramentos sobre a liderança e a governança na Venezuela.

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