Neste sábado (3), a população da Venezuela se mobilizou em supermercados por todo o país para estocar alimentos e suprimentos, após a informação de que os Estados Unidos realizaram ataques aéreos em Caracas e capturaram o presidente Nicolás Maduro. Em meio a um clima de tensão, muitas lojas abriram suas portas, mas estavam rapidamente sobrecarregadas com consumidores ansiosos, enquanto as ruas apresentavam poucos veículos e um transporte público praticamente ausente.
A escassez de produtos essenciais, como água e alimentos, gerou um estado de alerta entre os cidadãos. Em Caracas, filas se formavam em frente aos estabelecimentos, com muitos relatos de pessoas preocupadas com a possibilidade de um agravamento da situação. A governadora do estado de Sucre, por exemplo, convocou manifestantes para se reunir em apoio ao governo, evidenciando a polarização política em meio à crise.
Com a incerteza pairando sobre o futuro, a população enfrenta não apenas a escassez de alimentos, mas também a falta de energia em áreas afetadas pelos ataques. A ansiedade e o medo são palpáveis, com muitos cidadãos expressando preocupação sobre a segurança e o que o desenrolar da situação pode significar para o dia a dia do país. O cenário se torna ainda mais crítico à medida que a situação política se intensifica, deixando os venezuelanos em um estado de vigilância e apreensão.

