Na manhã de segunda-feira, a Venezuela acordou sob a sombra da recente captura do presidente Nicolás Maduro por forças dos EUA. Embora as ruas apresentem sinais de normalidade, muitos cidadãos ainda processam os efeitos dessa operação militar que abalou a capital, Caracas, e outras regiões. A expectativa é de um prolongado período de incerteza política e econômica que permeia o cotidiano da população.
Comerciantes como Mariela González, proprietária de uma loja em Barquisimeto, reabriram seus estabelecimentos após um fechamento temporário, mesmo diante do medo que paira no ar. As pessoas, embora receosas, retornam às ruas para adquirir produtos essenciais, mas o movimento nos comércios permanece abaixo do normal. Em Maracaibo, muitos motoristas evitam trabalhar, contribuindo para uma sensação de calma tensa que predomina na cidade.
O presidente dos EUA, Donald Trump, declarou que administrará a Venezuela até que ocorra uma transição política, ameaçando ações militares adicionais caso o novo governo interino não colabore. A insegurança e a angústia dos venezuelanos são palpáveis, refletindo a luta pela sobrevivência em um cenário caótico e desafiador. A população continua a enfrentar a incerteza, o que levanta questões sobre o futuro imediato do país.


