A captura e extradição do presidente venezuelano, Nicolas Maduro, em 3 de janeiro, marcaram um ponto de virada para a Venezuela, aumentando as tensões e o medo de repressão violenta. Com o clima de incerteza, muitos venezuelanos apressaram-se a estocar alimentos e suprimentos, enquanto a comunidade internacional observa com preocupação. A situação foi abordada em uma reunião de emergência do Conselho de Segurança da ONU em 5 de janeiro, onde o Secretário-Geral Antonio Guterres alertou sobre as possíveis repercussões regionais.
O cenário na Venezuela é alarmante, com uma crise humanitária prolongada que já deixou milhões de venezuelanos em necessidade urgente de assistência. A falta de recursos, agravada por cortes de ajuda internacional, tem dificultado a resposta humanitária, levando organizações a encerrar operações no país. As condições de vida deterioradas e a inflação desenfreada tornaram alimentos e bens essenciais inacessíveis para a maior parte da população, resultando em um colapso dos sistemas de saúde e educação.
Com a instabilidade política e o aumento da violência, as implicações para os venezuelanos são profundas. A resposta internacional é crucial para prevenir um agravamento da crise e proteger os civis. A colaboração entre países da região e a mobilização de recursos são essenciais para mitigar os impactos da crise humanitária e evitar um colapso total das estruturas sociais e econômicas na Venezuela e além.

