Nesta quinta-feira, 8 de janeiro de 2026, a Venezuela começou a libertar um número relevante de detidos por motivos políticos, em um movimento que, segundo a Casa Branca, demonstra a influência do ex-presidente Donald Trump sobre o país. Essa ação acontece após a recente captura do presidente deposto Nicolás Maduro e representa as primeiras libertações sob o governo interino de Delcy Rodríguez, que se iniciou após os bombardeios dos Estados Unidos.
O presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, destacou que o governo bolivariano, em colaboração com instituições do Estado, decidiu promover essas libertações para facilitar a convivência pacífica. Embora não tenha especificado quantas pessoas seriam liberadas, ele agradeceu ao apoio dos governos da Espanha, Brasil e Catar. Entre os libertados estão cinco cidadãos espanhóis, incluindo uma ativista cujos familiares aguardam notícias em meio à tensão e incerteza sobre a situação dos detidos.
As implicações desse movimento são amplas, pois refletem a dinâmica política da Venezuela e a influência dos Estados Unidos na região. A libertação dos presos políticos pode ser vista como uma tentativa de apaziguar a pressão internacional e melhorar as relações diplomáticas, especialmente com países vizinhos. Contudo, as tensões continuam, e a resposta da comunidade internacional será crucial para determinar os próximos passos do governo interino e a reação da população venezuelana.

