No último sábado, 10 de janeiro, grupos de direitos humanos informaram que o governo da Venezuela libertou 18 prisioneiros da oposição. A medida ocorreu após uma incursão militar dos Estados Unidos no país, que aconteceu uma semana antes. O presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, fez o anúncio, mas não forneceu informações detalhadas sobre os indivíduos libertados.
O governo da Venezuela não confirmou oficialmente o número de libertações nem a identidade dos detentos. No entanto, houve relatos de que cinco cidadãos espanhóis também foram soltos. Essa libertação é vista como um movimento estratégico em meio à pressão internacional e às crescentes demandas por direitos humanos dentro do país.
A ONG Foro Penal estima que aproximadamente 863 pessoas permanecem encarceradas como prisioneiros políticos na Venezuela, incluindo figuras proeminentes da oposição e ativistas. A situação suscita preocupações sobre a democracia e a justiça no país, especialmente com a interferência externa, que pode agravar as tensões políticas locais e internacionais.

