Venezuela inicia libertação de cidadãos americanos após ação militar dos EUA

Jackelline Barbosa
Tempo: 2 min.

A Venezuela começou a libertar cidadãos americanos presos, conforme comunicado por um funcionário do governo dos Estados Unidos nesta terça-feira, 13 de janeiro de 2026. A libertação ocorre dez dias após a destituição do presidente Nicolás Maduro em uma operação militar americana, que gerou repercussões significativas nas relações bilaterais. O Departamento de Estado dos EUA recebeu a notícia com otimismo, considerando-a um avanço por parte das autoridades interinas venezuelanas.

Apesar do anúncio, o funcionário não revelou quantos cidadãos foram libertados, apenas que envolvia mais de uma pessoa. A presidente interina, Delcy Rodríguez, decidiu pela soltura de presos políticos após o bombardeio ocorrido em 3 de janeiro, que resultou na captura de Maduro e sua esposa, além de provocar um número elevado de fatalidades. As libertações recentes também incluem cidadãos de nacionalidades como espanhola e italiana, refletindo a complexidade da situação humanitária no país.

As ações dos Estados Unidos visam garantir a segurança de seus cidadãos detidos no exterior, uma prioridade para o governo. O presidente americano, Donald Trump, já havia elogiado as primeiras libertações e tomado medidas para evitar uma nova onda de ataques ao país sul-americano. A continuidade desse processo de libertação pode influenciar o cenário político da Venezuela, especialmente em meio a protestos e alegações de fraude nas eleições de 2024.

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