Com essa ação, a UE busca enfrentar os riscos à segurança energética, já que o gás russo ainda representa cerca de 13% das importações do bloco em 2025. Os Estados-membros devem apresentar planos nacionais para diversificar suas fontes de gás até 1º de março de 2026. Em caso de emergências, a Comissão Europeia poderá suspender temporariamente a proibição, mas o compromisso com a redução da dependência russa se mantém firme.

