Umer Khalid, de 22 anos, é o último prisioneiro do grupo Palestine Action em greve de fome e, recentemente, interrompeu a ingestão de água e alimentos. Este protesto é motivado pelas acusações que enfrenta e representa um ato extremo de resistência. Um médico que acompanha o caso alertou que a falta de água pode levar à morte em poucos dias.
Khalid começou sua greve de fome em novembro e, durante o Natal, fez uma pausa devido a problemas de saúde, mas retomou a ação com maior determinação. A situação do jovem ativista tem gerado preocupação entre defensores dos direitos humanos, que veem sua luta como parte de uma resistência maior contra as políticas em relação à Palestina. O estado de saúde de Khalid agora é crítico, e sua vida está em risco.
As implicações dessa greve de fome se estendem além da saúde de Khalid, levantando questões sobre a justiça e os direitos dos prisioneiros. A comunidade internacional observa atentamente, e o caso pode influenciar a percepção pública sobre a situação dos direitos humanos na Palestina. O desfecho desse protesto pode desencadear novos debates sobre as políticas governamentais e a necessidade de reformas.

