Cidadãos de Uganda estão prontos para participar de uma eleição crucial que pode permitir a Yoweri Museveni estender seu governo por quase quatro décadas. A votação ocorre em meio a um clima de tensão e violência, com relatos de repressão a apoiadores do candidato opositor, Bobi Wine, que inclui gás lacrimogêneo e detenções em eventos de campanha.
A campanha eleitoral tem sido marcada por um aumento na violência, com forças de segurança reprimindo brutalmente manifestações. A situação é preocupante, uma vez que autoridades também detiveram membros da sociedade civil e suspenderam atividades de grupos de direitos humanos. Recentemente, o governo implementou restrições severas, fechando o acesso à internet e limitando serviços de telefonia móvel em todo o país.
As implicações dessas ações são profundas, pois a repressão às liberdades civis pode afetar a legitimidade do processo eleitoral. Observadores internacionais e locais estão atentos ao desenrolar dos eventos, que podem ter repercussões significativas sobre a estabilidade política em Uganda. A situação exige uma análise cuidadosa sobre os direitos humanos e a democracia no país.

