A União Europeia está considerando a proibição do acesso de menores às redes sociais, em um movimento que ganha força com a recente aprovação de um projeto de lei na França. Este projeto visa restringir o uso de redes sociais para crianças com menos de 15 anos, refletindo uma preocupação crescente com os efeitos dessas plataformas sobre a saúde mental dos jovens.
A pressão sobre o bloco europeu aumentou desde que a Austrália implementou restrições similares, e outros países, como Dinamarca e Noruega, também estão avaliando a adoção de medidas semelhantes. Ursula von der Leyen, presidente da Comissão Europeia, defende uma idade mínima para o uso de redes, mas ressalta a necessidade de consultar especialistas antes de tomar decisões. Além disso, um grupo consultivo deve ser estabelecido para aconselhar sobre a proteção das crianças online.
As investigações em andamento sobre plataformas como TikTok e Instagram visam avaliar se essas empresas estão fazendo o suficiente para proteger os menores de conteúdo prejudicial. A União Europeia, embora ainda sem legislações definitivas, possui a Lei de Serviços Digitais que pode ser utilizada para regulamentar o acesso infantil às redes, refletindo um movimento maior em direção à proteção digital das crianças na era moderna.

