Mariângela Fialek, conhecida como Tuca, foi alvo de uma operação da Polícia Federal em dezembro de 2025, devido a suspeitas de direcionar emendas parlamentares sem critérios técnicos. A servidora, que tinha status elevado em Brasília e mantinha relações próximas com parlamentares influentes, é acusada de atuar sem o devido interesse republicano na gestão de verbas. Sua atuação gerou preocupações e uma onda de solidariedade entre deputados que veem a investigação como um ataque à Câmara dos Deputados.
Tuca, que trabalhou com Arthur Lira e Hugo Motta, é descrita como uma funcionária organizada e incisiva, sendo considerada uma peça chave na destinação de recursos orçamentários. A Polícia Federal investiga seu papel em repasses que somam bilhões, levantando dúvidas sobre a transparência e a legalidade das emendas. Com um longo histórico de trabalho em Brasília, sua influência e a forma como gerenciava as emendas despertaram a atenção das autoridades, que buscam esclarecer a situação.
Os desdobramentos da investigação poderão impactar não apenas a reputação de Tuca, mas também a dinâmica da Câmara dos Deputados, onde os parlamentares já expressam preocupação com as implicações legais das emendas. Enquanto a defesa de Tuca argumenta que sua função era puramente técnica, a operação da PF e os apelos para seu retorno ao cargo sinalizam um clima tenso e um debate acirrado sobre a transparência no uso de recursos públicos.

