Recentemente, o TUC (Confederação dos Sindicatos) denunciou o uso do aplicativo de economia gig Temper por empresas como Urban Outfitters, Dreams e cafés nos Royal Parks. A prática levanta preocupações sobre a remuneração de funcionários que, em alguns casos, podem receber menos do que o salário mínimo. A crítica se intensifica à medida que se observa a falta de direitos trabalhistas básicos, como pagamento de horas extras e férias.
O TUC está pressionando o governo para que implemente reformas prometidas que visem a proteção dos trabalhadores da economia gig. Segundo a confederação, muitos desses trabalhadores são privados de direitos essenciais, como licença médica e intervalos adequados entre turnos. O uso de aplicativos como o Temper, portanto, representa uma ameaça a condições de trabalho justas e dignas.
As implicações dessa situação podem ser significativas, tanto para os trabalhadores quanto para as empresas envolvidas. A falta de regulamentação pode resultar em um aumento de protestos e ações legais por parte dos sindicatos e defensores dos direitos dos trabalhadores. Se o governo não agir rapidamente, a situação pode piorar, afetando a reputação das empresas e a vida de milhares de trabalhadores precarizados.

