O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está programado para participar do Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, de 19 a 23 de janeiro. Esta será sua primeira aparição na reunião de líderes globais em seis anos, em um momento conturbado, marcado por críticas à sua gestão e tentativas de controle da Groenlândia. Embora o evento reúna figuras proeminentes da política e da economia, Trump enfatiza que sua prioridade será a audiência interna nos Estados Unidos.
Durante o fórum, Trump buscará abordar temas sensíveis, como o alto custo de vida e a acessibilidade à moradia, questões que têm gerado descontentamento entre os cidadãos americanos. Espera-se que ele apresente iniciativas para ajudar potenciais compradores de imóveis, permitindo o uso de contas de aposentadoria para financiar a compra. Além disso, será uma oportunidade para discutir a estagnação econômica e as políticas que têm afetado a relação dos Estados Unidos com seus aliados europeus.
Apesar das expectativas, a participação de Trump em Davos também será marcada por tensões geopolíticas, incluindo a guerra na Ucrânia e as relações com a Venezuela. A ausência de reuniões bilaterais programadas levanta questões sobre a eficácia de sua diplomacia. Enquanto ele reafirma sua posição como um líder poderoso, a resposta do público americano às suas políticas será um fator crucial nas próximas eleições legislativas.

