Em uma coletiva de imprensa na Casa Branca, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, expressou suas intenções de firmar um acordo referente à Groenlândia, afirmando que isso ocorrerá ‘do jeito fácil ou do jeito difícil’. Trump enfatizou a importância de a Groenlândia estar sob a defesa dos EUA, sugerindo que isso beneficiaria a segurança nacional do país. A declaração foi feita durante um encontro com representantes do setor petrolífero, no dia 9 de janeiro de 2026.
O presidente ressaltou que, apesar de ainda não haver discussões sobre compensações financeiras, o governo americano planeja agir em relação à Groenlândia independentemente da aceitação local. Essa postura reafirma a estratégia americana de fortalecer sua presença na região ártica, que se tornou um ponto de interesse estratégico e econômico, especialmente no que diz respeito a recursos naturais e rotas marítimas. A reação do governo dinamarquês, que administra a Groenlândia, permanece incerta diante dessa declaração.
As implicações dessa abordagem podem impactar as relações diplomáticas entre os Estados Unidos e a Dinamarca, além de provocar reações na Groenlândia, onde a população pode ter opiniões divergentes sobre a governança americana. O futuro do relacionamento entre os países poderá ser moldado por essas discussões, levando a uma maior tensão ou, alternativamente, a um diálogo construtivo sobre a autonomia e os interesses da Groenlândia.

