Trump intensifica intervencionismo na América Latina um ano após assumir

Bianca Almeida
Tempo: 2 min.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, revelou um foco renovado na América Latina, um ano após sua posse. Ele anunciou a adoção de uma política intervencionista, incluindo a captura do presidente deposto da Venezuela, Nicolás Maduro, e advertências diretas a Cuba e México. Em suas declarações, Trump destacou que a nova estratégia de segurança nacional busca assegurar que a influência dos Estados Unidos na região não seja contestada novamente.

A estratégia, que remete à histórica ‘Doutrina Monroe’, foi atualizada para refletir as realidades contemporâneas, com o presidente enfatizando a necessidade de intervenções em países que ele considera ‘mal administrados’. Exemplos incluem sua aliança com aliados como o presidente da Argentina, assim como críticas àqueles que mantêm laços com a China. Além disso, o secretário de Estado, Marco Rubio, está ativamente comunicando-se com líderes regionais para justificar as ações dos EUA.

As implicações dessa nova abordagem são significativas, especialmente considerando que Trump enfrenta um mandato final e um cenário eleitoral desafiador. Analistas acreditam que o foco em estabilidade e governança na região é crucial para evitar crises migratórias. A nova política sugere que a administração Trump está disposta a substituir líderes na América Latina, priorizando a influência econômica e política dos EUA sobre as operações militares diretas.

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