O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que países que desejarem fazer parte de seu recém-criado ‘Conselho de Paz’ deverão pagar US$ 1 bilhão por um assento. Esta proposta, revelada em um documento acessado pela AFP nesta segunda-feira, 19, busca atribuir ao conselho a missão de promover a estabilidade global e conta com a participação de líderes de várias nações, incluindo Rússia e Canadá.
A iniciativa, que inicialmente visava a reconstrução de Gaza, se expande para um contexto mais amplo, criticando abordagens tradicionais de paz, como as das Nações Unidas. Trump se tornará o presidente inaugural do Conselho, exercendo amplos poderes, incluindo a capacidade de convidar países e revogar participações. Contudo, a proposta já enfrenta resistência, com aliados como França e Canadá se manifestando de forma negativa, citando preocupações sobre a legitimidade e a eficácia da nova estrutura.
As reações adversas levantam questões sobre o futuro do Conselho de Paz e seu impacto nas relações internacionais. A proposta de Trump reflete uma crescente insatisfação com as instituições tradicionais, mas sua viabilidade dependerá do apoio real dos países convocados. A resistência de aliados ocidentais pode sinalizar desafios significativos para a implementação de sua visão de um novo modelo de governança internacional.

