Trump descreve captura de Maduro como operação de TV em missão audaciosa

Laura Ferreira
Tempo: 2 min.

Na madrugada de 3 de janeiro de 2026, forças especiais dos Estados Unidos capturaram o presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, e sua esposa, Cilia Flores. O ex-presidente Donald Trump, em entrevista, comparou a operação a um “programa de televisão”, destacando a precisão e o planejamento envolvidos na missão. A operação, chamada “Resolução Absoluta”, ocorreu após meses de vigilância e pressão militar sobre Caracas.

O general Dan Caine, chefe do Estado-Maior Conjunto, detalhou que a captura foi o resultado de extensos preparativos e monitoramento das rotinas de Maduro. Trump revelou que a missão foi inicialmente programada para ser realizada dias antes, mas foi adiada devido a condições climáticas. A operação foi marcada por uma coordenação complexa, envolvendo mais de 150 aeronaves e a superação de diversas barreiras de segurança na residência do mandatário venezuelano.

Após a captura, Maduro e Cilia Flores foram levados para os Estados Unidos, onde Trump anunciou que o país manterá uma presença militar na Venezuela. O ex-presidente enfatizou que o objetivo é explorar as riquezas do país e trazer liberdade ao povo venezuelano. Ele também mencionou que muitos cubanos que protegiam Maduro perderam a vida durante a operação, mas não houve baixas entre os militares americanos.

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