O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, reafirmou em 2 de janeiro de 2026 sua ‘saúde perfeita’, após a divulgação de uma entrevista que abordou sua aptidão para o cargo. Em sua plataforma Truth Social, Trump revelou que os médicos da Casa Branca confirmaram sua condição de saúde, além de destacar ter obtido 100% de acertos em seu exame cognitivo pela terceira vez consecutiva, algo que considerou inédito entre presidentes e vice-presidentes anteriores.
Na entrevista concedida ao Wall Street Journal, Trump, de 79 anos, abordou questões sobre hematomas em sua mão, sugerindo que eram causados por aspirina, e negou ter adormecido durante reuniões. Ele corrigiu uma declaração sobre um exame de imagem, afirmando que se submeteu a uma tomografia computadorizada em vez de uma ressonância magnética. Essas informações levantam questionamentos sobre a transparência em relação à saúde do presidente, especialmente em um contexto eleitoral.
Trump também propôs que todos os candidatos à presidência realizem exames cognitivos significativos, enfatizando que o país não pode ser governado por ‘pessoas estúpidas ou incompetentes’. Essa declaração é vista como uma crítica ao seu antecessor, Joe Biden, e reflete a crescente preocupação com a saúde e a capacidade dos líderes políticos. O debate sobre a saúde mental e física dos candidatos ganhará destaque à medida que se aproximam as eleições de 2024.

