No último sábado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a proteção das receitas do petróleo venezuelano através de um embargo, uma medida que surge uma semana após a deposição forçada de Nicolás Maduro. O decreto impede que as receitas petrolíferas da Venezuela, depositadas em território americano, sejam embargadas, visando assim promover os interesses da política externa americana na região.
A situação na Venezuela se intensifica com a convocação de uma grande marcha pelos apoiadores de Maduro, exigindo a liberdade do ex-presidente e de sua esposa, Cilia Flores, ambos em custódia nos Estados Unidos. Delcy Rodríguez, agora no comando interino, promete resgatar Maduro e firmar novos acordos energéticos com Washington, sinalizando uma possível reaproximação diplomática entre os dois países, que estavam em conflito desde 2019.
Enquanto a pressão sobre o governo interino aumenta, a libertação de presos políticos avança lentamente, gerando frustração entre os apoiadores da oposição. A situação permanece instável, com a comunidade internacional atenta aos desdobramentos, especialmente considerando a visita de líderes opositores a Trump na próxima semana, o que poderá influenciar a dinâmica política na Venezuela e futuros acordos internacionais.

