Em resposta ao recente cessar-fogo na Faixa de Gaza, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou a formação de um novo órgão denominado “Conselho da Paz”, que terá a responsabilidade de supervisionar a reconstrução e a administração de transição do território. O conselho será composto por importantes figuras políticas, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio e o ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair, refletindo a intenção dos EUA de desempenhar um papel ativo na região.
O comunicado da Casa Branca destaca que o conselho será responsável por coordenar esforços de reconstrução, reorganização administrativa e arranjos políticos em Gaza, em parceria com Israel e países árabes. Além disso, será criado um Comitê Nacional para a Administração de Gaza, liderado por um ex-dirigente da Autoridade Palestina, que deverá facilitar a transição no território devastado. Essa abordagem se alinha com a estratégia dos EUA de trabalhar em estreita colaboração com a comunidade internacional.
As implicações dessa iniciativa são significativas, pois sinalizam um compromisso contínuo dos Estados Unidos com a estabilidade na região, além de uma tentativa de mediar questões complexas entre Israel e a Palestina. O sucesso dessa empreitada dependerá da colaboração entre as partes envolvidas, bem como da disposição dos países árabes e da comunidade internacional em apoiar a reconstrução e a governança em Gaza. O futuro do conselho e seu impacto na paz duradoura na região ainda permanecem incertos.

