O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está considerando várias estratégias para anexar a Groenlândia, incluindo a possibilidade de uma intervenção militar. A informação foi divulgada pela Casa Branca nesta terça-feira, 6 de janeiro de 2026, em meio a uma solicitação de reunião da Groenlândia e da Dinamarca para esclarecer mal-entendidos sobre as intenções de Washington.
A Groenlândia, que é um território autônomo da Dinamarca, possui importantes jazidas de recursos naturais e sua localização no Ártico é estratégica, especialmente com o derretimento das calotas polares. A secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, afirmou que a aquisição da Groenlândia é uma prioridade para a segurança nacional dos Estados Unidos. A posição de Trump gerou uma reação forte de líderes europeus, que reafirmaram o apoio à soberania do território.
Em resposta às declarações de Trump, o primeiro-ministro da Groenlândia, Jens-Frederik Nielsen, enfatizou que o futuro da Groenlândia deve ser decidido apenas por seus habitantes e não está à venda. Países aliados, como Reino Unido e França, expressaram seu compromisso com os princípios de soberania e integridade territorial, ressaltando a importância de uma abordagem diplomática. A situação continua a evoluir, com as repercussões geopolíticas da disputa no Ártico sendo monitoradas de perto por observadores internacionais.

