Em 3 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, capturou o deposto líder venezuelano Nicolás Maduro no centro de Caracas, enquanto sua vice, Delcy Rodríguez, assume a Presidência interinamente. Sob a pressão do governo americano, Rodríguez começou a implementar acordos petrolíferos e libertar opositores presos, enquanto a oposição, liderada por María Corina Machado, tenta se reerguer no cenário político.
Após a captura de Maduro, o chavismo se mantém unido em um triunvirato, com Rodríguez, seu irmão Jorge e o ministro do Interior, Diosdado Cabello, liderando as cerimônias oficiais. Especialistas apontam que a nova configuração pode ser uma estratégia para evitar divisões internas que poderiam resultar em um colapso do governo sob a pressão externa. O foco de Trump parece estar na estabilidade e no controle do petróleo, em vez de uma transição democrática plena.
As ações de Rodríguez e a possível reforma da lei de hidrocarbonetos são vistas como tentativas de revitalizar a indústria petrolífera, mas a influência militar e as sanções ainda representam desafios significativos. A legitimidade da oposição, simbolizada por Machado, é questionada, especialmente diante da postura de Trump. O futuro da política venezuelana continua incerto, com implicações diretas nas relações com os Estados Unidos e na economia local.

