Em uma surpreendente reviravolta, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou em 9 de janeiro de 2026, que cancelou uma prevista segunda onda de ataques à Venezuela. A decisão veio após o elogio à ‘cooperação’ do governo interino de Delcy Rodríguez, que assumiu o controle do país sul-americano. Trump destacou também a libertação de presos políticos como um gesto significativo em direção à paz, embora tenha enfatizado que isso não faz parte de qualquer acordo formal.
A declaração de Trump foi acompanhada por comentários sobre a colaboração entre os Estados Unidos e a Venezuela, especialmente em relação ao setor petrolífero. O presidente afirmou que o país está se preparando para um investimento significativo, com estimativas de pelo menos US$ 100 bilhões vindo de empresas americanas. Essa nova abordagem parece marcar uma mudança na estratégia dos EUA, que anteriormente se mostrava resistente a qualquer diálogo com a liderança venezuelana.
As implicações dessa nova postura são vastas, pois podem influenciar o futuro da política venezuelana e a relação dos Estados Unidos com a América Latina. A expectativa é que a visita da líder da oposição venezuelana, Maria Corina Machado, a Washington na próxima semana possa trazer novos desdobramentos. Essa situação ressalta a complexidade da dinâmica política na região e a possibilidade de um novo capítulo nas relações entre os EUA e a Venezuela.

