Durante o lançamento do ‘conselho da paz’ em Davos, o governo de Donald Trump, por meio de Jared Kushner, revelou um plano que visa a unificação da Gaza sob administração palestina. A proposta, apresentada em 22 de janeiro de 2026, ocorre em meio a um clima de celebração, mas traz à tona questões complexas sobre a paz na região, especialmente em relação aos interesses de extremistas israelenses.
O plano delineado é considerado ambicioso e pretende estabelecer um futuro estável para Gaza, em contraste direto com as demandas de alguns membros da coalizão governamental israelense que desejam a deportação da população local e a construção de assentamentos no local. A abertura da passagem de Rafah, programada para a próxima semana, é um dos pontos destacados como parte dessa nova abordagem, que busca facilitar a movimentação e o apoio à população palestina.
As implicações desse plano são vastas e podem redefinir as dinâmicas do conflito israelo-palestino. Se implementado, pode representar um retrocesso significativo para os interesses de grupos extremistas em Israel, além de oferecer uma nova perspectiva sobre a administração palestina em Gaza. Contudo, a eficácia e a aceitação desse plano ainda serão testadas em um cenário repleto de desafios políticos e sociais.

