Na terça-feira, 13 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, manifestou apoio aos manifestantes no Irã, incentivando-os a continuar suas ações contra o governo da República Islâmica. A repressão a esses protestos resultou na morte de pelo menos 734 pessoas, de acordo com informações de uma ONG. As manifestações, que começaram em resposta ao aumento do custo de vida, rapidamente evoluíram para um movimento contra o regime teocrático liderado por Ali Khamenei.
O governo iraniano, por sua vez, afirma estar retomando o controle após semanas de protestos. A situação gerou reações internacionais, com líderes de países como Espanha, França e Reino Unido condenando a repressão e convocando diplomatas iranianos para expressar suas preocupações. Além disso, o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos expressou horror diante da violência e anunciou a possibilidade de sanções contra o Irã em resposta ao alto número de mortos.
Analistas observam que, apesar do crescente apoio internacional aos manifestantes, a estrutura repressiva do regime iraniano, incluindo a Guarda Revolucionária, ainda representa um desafio significativo para a mudança política no país. Trump, em suas declarações, ameaçou impor tarifas elevadas a parceiros comerciais do Irã e reforçou que, enquanto a repressão continuar, a ajuda dos Estados Unidos estará disponível. A situação permanece tensa, com a população ainda sem acesso à internet e a violência se intensificando nas ruas.

