Neste domingo (4), Donald Trump fez uma advertência contundente à presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez, afirmando que ela pagará um ‘preço muito alto’ se não cooperar com os Estados Unidos. A declaração veio após a captura do presidente Nicolás Maduro por forças americanas em Caracas, em uma operação militar realizada no sábado. Trump indicou que as expectativas de Washington incluem acesso ao vasto potencial petrolífero da Venezuela.
Em resposta à ação militar, Rodríguez declarou que Maduro continua a ser o único líder legítimo do país. A confirmação de sua presidência interina pela Suprema Corte e pelos militares, em meio à turbulência, fortalece sua posição, embora Trump tenha enfatizado a possibilidade de mudanças no governo venezuelano. A retórica de Trump sugere que os EUA pretendem influenciar diretamente a política interna da Venezuela, buscando garantir seus interesses estratégicos na região.
As implicações dessa situação são significativas, pois podem levar a um aumento das tensões entre os dois países. A ameaça de Trump reflete uma postura agressiva em relação à Venezuela, ressaltando o comprometimento dos EUA em moldar o futuro do país. Observadores internacionais agora monitoram de perto os desdobramentos, que podem impactar a estabilidade na América Latina e as relações diplomáticas entre as nações envolvidas.

