Neste domingo, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, utilizou sua rede social para ameaçar Cuba, afirmando que a ilha perderá o fornecimento de petróleo da Venezuela. Ele destacou que durante anos Cuba recebeu recursos venezuelanos em troca de serviços de segurança prestados ao governo de Maduro, mas essa relação chegou ao fim. Trump ainda insinuou que muitos cubanos que atuavam como seguranças pessoais de Maduro foram mortos durante uma operação militar recente.
Em resposta às declarações do mandatário norte-americano, o presidente cubano, Miguel Diaz-Canel, reafirmou a independência de Cuba. Em suas redes sociais, ele declarou que a nação não permitirá que outros lhe digam o que fazer e que está pronta para se defender a qualquer custo. Além disso, Diaz-Canel criticou a narrativa de que as dificuldades econômicas de Cuba são resultado de sua revolução, atribuindo-as às sanções impostas pelos EUA ao longo de seis décadas.
As trocas de farpas entre os líderes têm implicações significativas para as relações entre os dois países. A postura agressiva de Trump pode intensificar a tensão na região e levar a uma escalada nas políticas de sanção contra Cuba. Por outro lado, a firme defesa de Diaz-Canel sugere que Cuba continuará a resistir à pressão externa, reafirmando sua soberania em meio a um cenário geopolítico complexo.

