Em 13 de janeiro, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que o país reagirá com firmeza se o regime iraniano proceder com a execução de manifestantes detidos durante os protestos. Durante uma entrevista, ele enfatizou a gravidade da situação, mencionando que a repressão já resultou em pelo menos 734 mortes, segundo a Iran Human Rights, e que a situação poderia se agravar com possíveis enforcamentos programados para o dia seguinte.
Trump ressaltou que a execução de milhares de pessoas seria uma linha que não deveria ser cruzada, insinuando que a intervenção dos EUA poderia ser uma resposta a tal ação. Organizações internacionais, como a Anistia Internacional, expressaram preocupações sobre a possibilidade de o Irã recorrer a julgamentos sumários e execuções arbitrárias como forma de controle da dissidência, intensificando a crise dos direitos humanos no país.
A situação no Irã levanta questões sérias sobre o futuro dos direitos humanos e a estabilidade política na região. O caso específico de Erfan Soltani, um manifestante de 26 anos condenado à morte, indica a urgência do problema e a necessidade de uma resposta internacional. Enquanto a pressão sobre o regime iraniano aumenta, a comunidade global observa atentamente os desdobramentos, que podem impactar tanto a política interna do Irã quanto as relações exteriores do país.

