O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, anunciou que o país irá administrar a Venezuela até que uma transição de poder “segura e prudente” ocorra. A declaração, feita em 3 de janeiro de 2026, reflete a crescente preocupação dos EUA com a crise política e social que assola o país sul-americano, levando a um aumento das tensões entre os governos e a oposição. Essa posição reforça a ideia de que os Estados Unidos pretendem desempenhar um papel ativo na resolução da crise venezuelana.
A declaração de Trump ocorre em um momento crítico, onde a Venezuela enfrenta desafios significativos, incluindo uma economia em colapso e um aumento da violência política. A possibilidade de intervenção americana pode ser vista como uma tentativa de garantir estabilidade na região, mas também levanta preocupações sobre a soberania da Venezuela e as consequências de uma intervenção externa. A resposta da comunidade internacional a essa declaração será crucial para determinar os próximos passos na crise.
As implicações da posição dos EUA podem ser profundas, impactando não apenas a Venezuela, mas também as relações com países vizinhos e potências globais. A intervenção americana pode provocar reações adversas e um aumento do nacionalismo na Venezuela, dificultando ainda mais o diálogo entre as partes. Assim, a situação continua a ser monitorada de perto, com possíveis desdobramentos que podem alterar o cenário político na América Latina.

