Trump admite tomar mais aspirina do que o recomendado por médicos

Isabela Moraes
Tempo: 2 min.

O ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, declarou em entrevista ao Wall Street Journal que está consumindo uma dose diária de aspirina que excede a orientação médica. Ele justificou sua decisão afirmando que a aspirina é benéfica para a saúde cardiovascular, enfatizando a importância de manter o sangue ‘bom e fino’ para evitar problemas cardíacos. Esta revelação ocorre em um contexto de crescente escrutínio sobre sua saúde, especialmente após hematomas visíveis em suas mãos e um exame médico realizado em outubro.

A saúde de Trump, de 79 anos, tem sido foco de atenção pública, especialmente devido a suas aparições em eventos e relatos de episódios em que ele fechou os olhos durante discursos. O médico do presidente, Sean Barbabella, confirmou que Trump toma 325 miligramas de aspirina diariamente, enquanto a dose padrão recomendada para prevenção cardíaca é de 81 miligramas. O exame de imagem realizado recentemente, que foi inicialmente considerado uma ressonância magnética, foi, na verdade, uma tomografia computadorizada, e não revelou anormalidades significativas.

Essas declarações geram preocupações sobre a adequação do regime de saúde do ex-presidente, especialmente com o aumento da idade e os riscos associados ao uso excessivo de medicamentos. A discussão sobre a saúde de líderes políticos é crucial, pois pode influenciar a percepção pública sobre sua capacidade de governar. Além disso, o fato de Trump ter que lidar com questões de saúde pode impactar suas futuras decisões políticas e sua viabilidade em possíveis candidaturas.

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