O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, determinou a reserva de salas e o suporte de servidores para depoimentos no inquérito que investiga o Banco Master. Essa decisão foi tomada após a Polícia Federal agendar novas datas para as oitivas, que ocorrerão entre 26 e 27 de janeiro, tanto de forma presencial quanto por videoconferência.
A mudança no cronograma se deu em resposta à ordem de Toffoli, que requer a organização da estrutura física do tribunal para viabilizar as audiências. Inicialmente, a PF havia planejado ouvir o dono do Banco Master e o ex-presidente do BRB, mas esses depoimentos foram adiados. A Secretaria Judiciária do STF foi incumbida de coordenar as providências necessárias para a realização das oitivas, garantindo que as defesas tenham acesso prévio ao conteúdo da investigação.
As audiências contarão com a participação de vários ex-diretores e associados do Banco Master, cuja investigação é conduzida em sigilo. O andamento do caso poderá influenciar a situação financeira do banco e suas operações futuras. A determinação de Toffoli e o cronograma da PF indicam a continuidade do processo, que poderá trazer novos desdobramentos jurídicos e administrativos em um cenário já complexo.

