Toffoli mantém condução do caso Master dependendo de provas da PF

Laura Ferreira
Tempo: 1 min.

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, declarou que continuará a conduzir o inquérito envolvendo o Banco Master e o banqueiro Daniel Vorcaro, condicionando essa decisão à análise de provas pela Polícia Federal. Toffoli enfatizou que a sequência da apuração será determinada pelo conteúdo das informações coletadas, e não por pressões externas. “Continuo a conduzir o caso se houver indícios de pessoas com foro”, afirmou em entrevista ao Radar.

A investigação sobre o Banco Master está em andamento há dois meses sob a responsabilidade de Toffoli. O futuro do inquérito no STF ou em outra instância dependerá da extensão das operações de Vorcaro. O parecer inicial da Procuradoria-Geral da República (PGR) sugere que a apuração permaneça no STF para que sejam coletadas provas relevantes para o caso.

Colegas de Toffoli, como o ministro Gilmar Mendes, comentam que as pressões sobre a Corte são impulsionadas pelos próprios envolvidos no caso. Mendes acredita que esses indivíduos são os maiores interessados em causar tumulto no processo investigativo. A situação ressalta a complexidade e a importância da investigação, que pode ter implicações significativas para as partes envolvidas e para a integridade do sistema judiciário.

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